Eu busco o VAlor da vida!

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segunda-feira, abril 13

Eu escrevo o que sinto...
Eu escrevo o que penso...
Eu escrevo quando preciso refletir...
Eu escrevo quando não posso falar...

Seja qual for o motivo, eu preciso escrever, colocar para fora uma alma inquieta de pensamentos e reflexões, de sentimentos inexplicados e vontades não entendidas.
Quando escrevo sinto toda a tensão dos sentimentos contidos fluindo pelos meus dedos ao mesmo tempo que vão clareando minha mente.
Palavras oriundas de um coração grande, capaz de amar e odiar com a mesma intensidade, mas que deixa de odiar com o piscar de olhos, ama com a força de um trovão e precisa demonstrar como um clarão de um raio.
Mas as vezes, este raio precisa ser contido, comedido, medido, pois para alguns o barulho do raio assusta, para outros é fascinante.
Com o raio não vem só o barulho, vem como ele a magia do fluir da energia contida nas nuvens, a magia que é possível ser vista, sem ser possível pegar. Com o raio surgem espetáculos visuais, espetáculos de força e poder.
Assim as vezes é meu amor por você, um farfalhar de nuvens abarrotadas de uma energia contida, incapaz de ser liberada em sua totalidade e plenitude, mas que está ali, pulsando e sendo liberada em pequenas faíscas, a chuva ainda não caiu. Apenas respingos de um orvalho.
A força deste raio é capaz de produzir espetáculos, mas hoje só os produz em meu coração, as faíscas liberadas apenas ensejam um sentimento profundo, puro e que nasceu sem esforço.
Essa chuva vai cair?
Gosto do cheiro da chuva!

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